sexta-feira, 24 de dezembro de 2010

Boas dicas para se manter esbelta neste Natal

* Ser sempre moderada é o mais importante. Estar de dieta no fim de ano é problema pois resistir a todas as guloseimas é difícil, mas se for sempre moderada pode sim não sair tanto do caminho ao corpinho esbelto.

* Não fique sem comer nada o dia todo para poder comer mais nas festas. Isso pode fazer você comer muito mais do que realmente quer depois. Faça seu dia normalmente, e à noite contenha-se e não exagere no tamanho do prato.

* Não fique beliscando, faça as refeições, aperitivos leves como azeitonas, até mesmo um queijinho vai bem, mas evite torresmos e frituras.Quem está na cozinha preparando principalmente, ficar “provando” de tudo um pouco não é nada bom.

* Bebidas alcoólicas são inevitáveis, o melhor é tentar sempre se lembrar que está de dieta e que não pode escorregar tanto, pois no dia seguinte quando for colocar o bikini pode não ficar tão feliz assim. Se conseguir escolha somente um tipo de bebida e tente ficar em 1 ou no máximo dois copos.
* Comece sempre pelas frutas e saladas, assim quando chegar nos pratos quentes poderá estar bem saciada. Não precisa comer como se fosse só nesta noite. Normalmente nessas festas sempre sobra para a família toda levar para casa e almoçar no dia seguinte, toda festa de família é assim.

* Entre as carnes prefira sempre as aves sem a pele e peixes.

* Tente não repetir o prato, e se for comer em partes, faça primeiro um prato de saladas, evitando as saladas de maionese, pois sempre tem batata e muito mais. E depois um pratos de frios e carnes. Deixam seus estômago sem lugar para massas. Mas não resistindo divida um prato só para frios carnes e massas, mas depois de já ter comido bastante saladas.

* Hora da sobremesa…. Neste momento você já comeu de tudo um pouco, está bem como organismo satisfeito, mas vai ser difícil resistir, então um pedaço bem pequeno já será suficiente.
Sejamos realistas, dificilmente alguém consegue se segurar em festas, principalmente estas de fim de ano. Mas tente sim sempre ser muito moderada, e nunca, nunca se culpe de deslize nenhum.
A vida segue em frente e terá muitos dias pela frente para poder sequer as guloseimas comidas.

Divirta-se, seja feliz, curta o momento com pessoas que tanto ama. E se ame sempre.

E essas dicas valem também para as festas de Ano novo também.

quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

51 atitudes simples e eficientes para emagrecer


Atenção em meio à correria


1. Nem pense em pular o café da manhã. Um estudo recente publicado no American Journal of Clinical Nutrition comprovou que um desjejum balanceado faz com que o corpo estoque menos gordura durante o dia.
2. Nunca fique mais de três ou quatro horas sem comer. "Dessa forma, o organismo libera um neurotransmissor, o peptídeo YY3-36, recém-descoberto, que proporciona a sensação de plenitude gástrica", explica Luciano Teixeira.Você não vai sentir tanta fome na próxima refeição.


3. Procure beber pelo menos 2 litros de água ao longo do dia. "O organismo costuma confundir a sensação de sede com a de fome", avisa o endocrinologista Filippo Pedrinola, da Associação Brasileira para Estudos da Obesidade, de São Paulo.


4. Abasteça a geladeira com iogurtes de polpa de fruta, pudins e gelatinas light. Eles ajudam a aliviar o desejo por doces.


5. "Entre uma garfada e outra, experimente descansar os talheres na borda do prato. Por incrível que pareça, a técnica faz você mastigar mais devagar e a saciar-se com menos", ensina Luciano.


6. Você vive presa em congestionamentos? Então, carregue sempre um "pronto-socorro" na bolsa, com alimentos leves, como barrinhas de cereais, bolachas integrais ou frutas secas.


7. Se você mora sozinha ou é a única da casa que necessita de controle alimentar, invista em congelados light. "Os pratos em geral são individuais e têm entre 200 e 300 calorias", aconselha o endocrinologista e nutricionista Wilmar Accursio, de São Paulo.


8. Não coma lendo ou vendo televisão. A distração faz com que você abuse das quantidades.


9. "Para evitar o ataque voraz a biscoitos e bolachas no escritório no meio da tarde, programe dois lanches saudáveis em vez de um só: um iogurte ou uma fruta às 15 horas e uma barra de cereal ou uma fruta às 17 horas", recomenda o nutrólogo Carlos Alberto Werutsky, de Porto Alegre.


10. Mantenha na geladeira saladas higienizadas e legumes congelados. Assim não dá preguiça de preparar uma refeição leve.

Escolhas inteligentes


11. Aposte nos queijos magros, como as versões light do branco, do Polenguinho e do requeijão, na ricota, no cottage e nos leites e iogurtes desnatados.

12. Em vez de presunto, mortadela, pastrami, copa e salame, opte por blanquet de peru ou chester.


13. Modere a quantidade de molhos, como mostarda e catchup. Eles são riquíssimos em calorias e pobres em nutrientes.


14. "Resista a receitas com molhos brancos", alerta Carlos Alberto. Eles são encorpados com creme de leite, farinha de trigo e até mesmo com maionese. Portanto, aumentam, e muito, as calorias.


15. "Prefira os sorvetes à base de frutas, sem leite, como uva, limão, abacaxi, tangerina, morango e maracujá", diz a nutricionista Mônica Beyruti, da clínica Alfredo Halpern, em São Paulo.


16. Louca por um docinho? Frutas em calda preparadas em casa apresentam baixo valor calórico - contanto que você não exagere na quantidade de açúcar.


17. Nas receitas de doces, sempre que possível, experimente trocar o açúcar por adoçante ou misturar um pouco de cada um.


18. "Nos molhos para saladas e legumes, substitua a maionese e o creme de leite pelo iogurte desnatado", recomenda Filippo.


19. Se o grelhado parece insosso, uma opção para melhorar o sabor é acrescentar ervas e especiarias.


20. "Prepare uma versão natural e menos calórica de refrigerante em casa: misture água com gás bem gelada ao suco de um limão ou de uma laranja. Coloque adoçante a gosto", ensina Durval Ribas, presidente da Associação Brasileira de Nutrologia.

Na hora de cozinhar


21. Retire sempre a pele das aves antes de cozinhar e a gordura aparente das carnes vermelhas.


22. Providencie uma grelha vazada para o preparo das carnes. Assim, a gordura eliminada não entra em contato com o alimento.


23. Para gratinar os vegetais no forno, a nutricionista Mônica Beyruti indica um molho leve, feito à base de leite desnatado e margarina light.


24. Molho de tomate fresco é a opção mais magra para massas. Só não exagere no queijo ralado.


25. Prepare os legumes no vapor, nunca na manteiga. Se quiser deixá-los mais saborosos, pode acrescentar um fio de azeite.


26. Evite frituras. O alimento refogado é quatro vezes menos calórico do que o frito. E mais: "Superaquecido, o óleo também libera acroleína, substância que dificulta a digestão e pode ser tóxica", observa a nutricionista Madalena Moyá, de São Paulo.


27. "Comece a refeição com uma salada rica em folhas e vegetais cozidos. O alto teor de água e fibras aumenta a sensação de saciedade", informa a nutricionista Bia Rique, da Clínica Ivo Pitanguy, no Rio de Janeiro.


28. Um tempero nota 10 para a salada: aceto balsâmico, limão e ervas. Além de saborosa, a mistura dispensa o azeite.


29. Abuse do forno para economizar no óleo. Tempere peixes, carnes, aves e legumes, embrulhe em papel-alumínio e asse.


30. Procure resistir aos carboidratos no jantar. À noite, enquanto você dorme, eles são armazenados sob a forma de gordura.

No supermercado, com autocontrole


31. Dê preferência a pães integrais light, ricos em fibras e pobres em açúcar e gordura saturada.

32. Faça uma lista com os alimentos que estão faltando e compre somente o que estiver relacionado. O planejamento é fundamental para evitar o consumo exagerado e, conseqüentemente, o hábito de comer por impulso.

33. Tente se alimentar antes de ir às compras. Com fome, é tiro e queda: você acaba colocando no carrinho o dobro de petiscos.


34. Compre guloseimas em embalagens individuais. "É muito mais fácil manter o autocontrole quando você se depara com uma barra pequena de chocolate em vez de uma caixa cheia de bombons", diz Bia Rique.


35. Dê uma olhada no rótulo dos alimentos. Os doces diet, por exemplo, embora isentos de açúcar, podem conter uma quantidade maior de gorduras do que a versão normal do produto.


36. Cuidado com biscoitos recheados e salgadinhos industrializados. "Eles contêm grande quantidade de gordura vegetal hidrogenada e, no caso dos salgadinhos, glutamato monossódico. Essas substâncias reforçam aquela sensação de que é impossível comer um só", diz Arthur Kaufman, psiquiatra e coordenador do Projeto de Atendimento ao Obeso, do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas, em São Paulo.

Mais magra no restaurante, na lanchonete, na happy hour...


37. Sempre que possível, dispense o couvert e peça logo de cara uma bela salada como entrada.
38. Troque o cheese salada com bacon por um lanche com pão francês (sem miolo) e recheio de frango ou peru, pouco queijo, muita alface e tomate - sem maionese, por favor! O valor calórico é mais baixo e você ainda se livra da gordura saturada.
39. Cheque os ingredientes dos sanduíches naturais. "Pode ter muita maionese escondida no meio do atum e da cenoura ralada", lembra o endocrinologista Filippo Pedrinola.


40. Na pizzaria, dê preferência aos recheios de rúcula, abobrinha, escarola, atum ou berinjela."Tempere com algumas gotas de azeite de oliva extravirgem", sugere Durval Ribas.


41. Na happy hour, diga "não" às porções de amendoim, batata frita, bolinhos recheados, tábuas de frios, lingüiça calabresa, empadinhas... Para driblar a fome ou a gula, petisque tiras de carne ou frango ou carpaccio.


42. Os restaurantes à la carte são bem mais "seguros" que os rodízios, onde a gente costuma comer muito mais do que precisa.


43. "Antes de fazer o pedido, verifique o tamanho das porções. Se forem muito grandes, veja se é possível optar só pela metade ou dividir o prato com o acompanhante", diz Bia Rique.


44. Em self-services, fique esperta com as saladas cremosas e com as que misturam ingredientes. Prefira folhas verdes, legumes ralados, grãos cozidos, cogumelos frescos e tomate.


45. Antes de se servir, analise todas as opções do bufê de frios e de pratos quentes. "Em geral, a pessoa pega o que vê primeiro. Depois, não resiste às outras tentações", lembra Bia Rique.


46. Durante a semana, nem sequer olhe o cardápio de sobremesas. Pergunte apenas quais são as opções de frutas frescas.


47. "No cinema, para quem não consegue ficar sem mastigar, uma sugestão bem menos calórica que a pipoca é um pacotinho de soja torrada", afirma a endocrinologista Maria José Basile, de São Paulo. Em casa, vale a pipoca light de microondas.


48. Pouco antes da festa, faça um lanchinho saudável. Com o estômago abastecido, será mais fácil dizer "não, obrigada" às ofertas de petiscos tentadores.


49. As bebidas destiladas, tais como aguardente vodca e uísque, apresentam alto teor alcoólico. São, portanto, muito calóricas: 1 mililitro de álcool tem 7 calorias. "Se quer beber um pouco, prefira uma taça de espumante, vinho tinto ou branco secos", recomenda a nutricionista Myriam Ganzerli Jorge, de São Paulo.


50. Intercale doses de bebida alcoólica com copos de água. Além de controlar o consumo de álcool, você economiza calorias.


51. Se você não abre mão da cerveja, experimente as versões não alcoólicas."Você aprecia o sabor, mas não consome as calorias do álcool", explica a nutricionista Roseli Rossi, de São Paulo.

sábado, 6 de novembro de 2010

Dormir bem emagrece


Não se trata de nenhum método milagroso vendido por telefone ou produto anunciado na televisão nos moldes das propagandas americanas - aquelas do ligue já! - que você conecta ao corpo antes de deitar. É muito mais simples, acessível e gostoso do que isso. O sono está no mesmo patamar de importância da alimentação equilibrada e do nocaute ao sedentarismo, hábitos consagradíssimos para manter o ponteiro da balança estável. 

Isso quer dizer que dormir bem não só ajuda a emagrecer mas também garante melhor qualidade de vida. O assunto ganha a cada dia mais destaque entre os especialistas. Pudera: já há estudos que ligam a privação de sono a acidentes no trabalho e à baixa resistência ao stress e infecções, além de ter relação íntima com doenças como depressão, fibromialgia e, agora, com a obesidade. Dois estudos norte-americanos, da Universidade de Chicago e da Universidade de Columbia, apontaram a relação inversa entre um curto período de repouso e o aumento do índice de massa corporal (o tal do IMC). 

Uma pesquisa conduzida no Brasil pelo pneumologista Denis Martinez, fundador da Clínica do Sono, em Porto Alegre, confirma o resultado do estudo americano. “Quem dorme cinco horas ou menos por noite corre três vezes mais risco de se tornar, no futuro, obeso”, afirma.

Mais fome, menos saciedade

Sabe o cortisol, aquele hormônio que marca território quando vivemos uma situação de stress? Então, uma de suas tarefas é estocar gordura no corpo. E as pesquisas já comprovaram há algum tempo que o cortisol age muito mais intensamente em pessoas que dormem pouco. Para se manter acordado durante a noite, nosso organismo passa por uma série de alterações. A explicação é simples: o corpo interpreta a vigília como se fosse uma ameaça — é o mesmo mecanismo desencadeado no homem primitivo quando tinha que enfrentar um perigo.

Mas os estudos foram um pouco além e outras duas substâncias entraram no jogo para explicar a conexão entre falta de sono e a balança. A ghrelina, hormônio sintetizado no estômago, é responsável por regular o gasto calórico — se usamos mais energia quando acordadas, ela aumenta e aciona o alarme da fome. Além disso, se dormimos pouco, há uma queda da leptina, um neuromodulador produzido pelas células de gordura, que controla a saciedade. 

O resultado você pode imaginar: mais fome e menos saciedade. “A pesquisa realizada pela Universidade de Chicago revelou que os participantes, ao passar apenas quatro horas dormindo, apresentaram níveis de ghrelina 27% mais altos e de leptina 18% mais baixos do que os outros voluntários que tiveram dez horas de sono”, ressalta Denis Martinez. 

Seu sono é sagrado

A recomendação geral é descansar de sete a oito horas por noite. Mas dormir menos que isso nem sempre implica um hábito pouco saudável, já que cada pessoa possui um biorritmo diferente. Dormir demais — entre 12 e 13 horas seguidas — também pode apontar algum distúrbio respiratório, como apnéia ou ronco, e, por isso, nem sempre deve ser encarado como atestado de saúde. Ter um sono reparador, em que você adormece sem dificuldade e acorda bem disposta, sem aquela sensação de cansaço, é o termômetro para saber se está na medida certa.

“O problema é a privação voluntária de sono. Na sociedade moderna, dormir fica sempre para depois do programa de TV preferido, da vida noturna agitada, do trabalho extra levado para casa, do acordar mais cedo para evitar o trânsito carregado...”, alerta Geraldo Rizzo, presidente da Sociedade de Neurofisiologia Clínica, de Porto Alegre. “Assim como se alimentar direito e fazer exercício são fatores fundamentais para a saúde, dormir bem deve ser uma prioridade se você se preocupa em viver cada vez melhor”, sugere o especialista. Recado mais do que perfeito para você se entregar aos lençóis. 

Valeriana para quem tem insônia

Essa erva já era popularmente conhecida como poderosa arma contra a ansiedade. Recentemente, a valeriana ganhou um estudo científico próprio para saber se ajuda mesmo quem tem problema para dormir. “Queríamos verificar se o princípio ativo da planta, o ácido valerênico, era eficaz para quem sofre de insônia leve e se trazia poucos efeitos colaterais”, explica Dalva Poyares, neurologista da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), que coordenou a pesquisa, e professora pesquisadora do Instituto do Sono, em São Paulo. 

O resultado não podia ter sido melhor: dois comprimidos de 50 miligramas tomados de 40 minutos a 1 hora antes de deitar produz um ligeiro efeito sedativo e ansiolítico (sim, a ansiedade é a campeã em deixar as mulheres acordadas durante a noite). Você encontra o medicamento já manipulado nas farmácias, mas, antes, é sempre bom consultar um médico.

Fonte: Boa Forma

domingo, 24 de outubro de 2010

Afinal, porque engordamos?

Vivemos numa época em que o consumo de alimentos hipercalóricos acompanha as comodidades da vida moderna, com pouco esforço físico. O resultado é previsível: excesso de peso e obesidade estão a transformar-se numa situação cada vez mais frequente.
 
A causa básica da obesidade é um desequilíbrio entre a ingestão calórica e o gasto de energia, mas os mecanismos que levam a este desequilíbrio ainda não estão totalmente esclarecidos.

Os mecanismos que controlam o gasto de energia e uma série de fatores que regulam o apetite, obedecem a uma determinação genética. Entretanto, estudos realizados têm mostrado que, para a grande maioria dos indivíduos, os fatores genéticos contribuem com cerca de 1/3 de importância, ficando os outros 2/3 para os fatores ambientais.

A importância dos fatores ambientais fica bem clara ao analisar o aumento considerável da obesidade nos últimos 20 anos, que evidentemente não obedece a nenhuma mudança genética. Tal fato deve-se unicamente às modificações no estilo de vida das populações, ou seja, aos fatores ambientais.


Menos atividade física

Dentre os principais fatores responsáveis pelo aumento dos casos de obesidade encontram-se os recentes confortos da vida moderna: o automóvel, o elevador, o controle remoto, o telefone e uma série de invenções que determinaram uma redução brusca e intensa da atividade física.

Uma redução da atividade física significa menor gasto energético e portanto, acumulação de energia excedente sob a forma de gordura.

Alteração dos hábitos alimentares

Outro fator ambiental importante na génese da obesidade é a mudança dos hábitos alimentares, resultado, entre outros, de uma cada vez maior oferta de alimentos. Os alimentos fornecedores de energia são os hidratos de carbono, as proteínas e as gorduras. Destes, os dois primeiros fornecem 4 calorias por grama, enquanto que as gorduras fornecem 9 calorias/grama.

Há cerca de 100 anos, o alimento básico da maioria das populações em todo o mundo eram os hidratos de carbono complexos, nutriente encontrado nos alimentos de mais fácil acesso, como o trigo, milho, grãos, cereais e raízes em geral. Este nutriente correspondia a 60% do total ingerido na dieta da época.

Com o progresso começou a haver uma maior oferta de alimentos industrializados, as refeições tornaram-se de preparação e ingestão mais rápida, sem esquecer o aparecimento do chamado "fast food". Estes alimentos têm como característica principal o alto teor de gordura e/ou proteína e uma baixa oferta de hidratos de carbono complexos. Inverteu-se portanto o padrão normal de alimentação.

Se levarmos em conta que 1 grama de gordura contém 9 calorias, é fácil entender quem é o vilão da história. Se não tem noção da quantidade de gordura que existe nos alimentos, ficam alguns exemplos para refletir: um simples jesuíta tem 40g de gordura, um mil-folhas 30g de gordura, um bolo de arroz tem 8g de gordura,..., e os exemplos não teriam fim! Multiplique as gramas de gordura por 9 e fica a saber quantas calorias esse alimento tem, provenientes apenas da gordura. Depois lembre-se que ainda falta contabilizar o açúcar.

A gordura está escondida, em grandes quantidades, em alimentos que a maior parte das pessoas nem desconfia. Deve por isso estar atento aos rótulos dos produtos alimentares embalados.

Além de ser mais calórica que os outros dois nutrientes energéticos, a gordura tem uma extrema capacidade de agradar ao paladar e, traiçoeiramente, um baixa capacidade de provocar sensação de saciedade. Por outras palavras, é fácil e saboroso comer gordura.

A chave de uma boa saúde é seguir uma alimentação equilibrada e variada, com diversos tipos de alimentos. Comer alimentos errados e abolir refeições pode privar o corpo dos nutrientes vitais para que ele funcione adequadamente.

O ideal seria organizar o tempo (e o hábito) para poder fazer de quatro a seis refeições diárias. O pequeno-almoço é especialmente importante. Ao acordar, o corpo necessita, antes de tudo, de glicose, para que o cérebro se possa concentrar. E quem “pula” refeições acaba por fazer picos de glicose. Resultado: cai o rendimento intelectual e aumenta a irritabilidade. Se o período de jejum for prolongado, o organismo acaba por utilizar as reservas de proteínas e, consequentemente, perde massa muscular. As desagradáveis oscilações de humor e mau hálito são outras das consequências prováveis, para além da fome devoradora que sentirá na próxima refeição, e que fará com que coma muito mais do que precisa.

Uma dieta ou plano alimentar tem como objetivo recuperar o equilíbrio energético e alimentar, associado ao prazer de comer, que é a única forma de manter o indivíduo satisfeito e capaz de controlar a sua compulsão por alimentos mais calóricos.


Fonte: Nut. Florbela Mendes
Lisboa - Portugal
Site: www.florbelamendes.net

sábado, 16 de outubro de 2010

Peso Emocional

Por Laura Cavalcanti, psicóloga*

Emagrecer é muito mais do que eliminar peso corporal. Não basta ter vontade. O emagrecimento está infinitamente ligado aos processos psíquicos e vivenciais. Todo desenvolvimento acontece nas relações, portanto, o corpo não pode ser excluído dessa grande dimensão da expressão humana. Nossas alegrias, tristeza e angústias constroem a nossa história e ajuda a definir o caminho oscilante do corpo que ganha e perde peso segundo nossas experiências relacionais.
Na maior parte das vezes, o foco de atenção permanece rígido em direção ao corpo concreto, exigindo sua mudança imediata apesar da constatação periódica do insucesso estratégico sobre o foco definido. Como resultado, recaímos sobre um caldo de ansiedade que nos torna refém de uma exigência intrínseca e ilusória onde o corpo assume o dever de ser magro, independentemente de suas emoções.
Quem já não ganhou ou perdeu peso emocional? Esse dado informativo, certamente percorre o currículo íntimo de cada um de nós. O corpo responde as emoções e oscila junto com elas. Sendo assim, é preciso identificar as razões que nos remete a esse quadro, pois do contrário, qualquer tentativa para perder peso, somente afasta o peso e não o elimina. A representação simbólica permanece dando notícias através do corpo e apelando ao seu dono o cuidado mais profundo a respeito do que realmente está pesado.
Lembrar que não somente as emoções ditas negativas são os vilões da distorção corporal. Lidar com todo um espectro emocional é exercício diário, pois demanda a capacidade de discernir e traduzir as emoções em forma de sentimentos passíveis de serem administrados. Quando não traduzidos, ou seja, quando não percebidos, identificados e nomeados, corre-se o risco de permanecer no campo da vulnerabilidade, tornando-se presa fácil para a tão conhecida exacerbação alimentar.
Comemos por ansiedade, na medida em que nos fragilizamos perante emoções não identificadas, sejam elas positivas e/ou negativas. Essa fragilidade fala de uma inabilidade para traduzir a vivência da emoção em sentimento reconhecido. Para melhor entendimento, uma sensação de alegria ou de tristeza pode nos causar desconforto pela inabilidade perceptiva. Sentimos e não sabemos o que sentimos. Algo nos retira do lugar seguro e confortável promovendo uma alteração inconsciente, criando uma ansiedade intrínseca a fim de controlar a onda de emoção. Nesse momento é importante observar o fluxo interno buscando nomeação adequada para a situação vivida. A partir daí, é possível enfrentar o sentimento, pois a emoção não tem forma, mas o sentimento oferece uma direção. Se feliz, podemos compartilhar a felicidade e assim distribuir a energia gerada de forma saudável e produtiva. Se triste, podemos também compartilhar com a intenção de dissolver a energia acumulada por conta de uma experiência desconfortável. Enfim, não importa se a emoção é boa ou ruim, o que vale é o destino que damos a ela. Na falta de uma direção, o canal para dissipar o acúmulo energético, acaba sendo pela conhecida via de conforto e alívio. Por pouco tempo, é lógico! Recorremos à comida na intenção de encontrar um ponto de equilíbrio entre a fragilidade do que vivemos e a inabilidade do que somos capazes de administrar.
Ganhar ou perder peso depende muito da nossa trajetória enquanto ser humano e de todo aprendizado sobre as experiências relacionais. Pensando assim, vale questionar: o que pesa mais, o corpo ou as emoções?


Fonte: http://bemleve.com.br

terça-feira, 14 de setembro de 2010

Os 10 mandamentos da reeducação alimentar

1- Amar e aceitar a si mesmo: este é o primeiro passo para se realizar uma mudança. Enquanto ficarmos brigando com nossos “defeitos”, não conseguimos enxergar as qualidades.

2- Não fazer promessas absurdas: é necessário usar de clareza quando nos colocamos frente a um desafio. Não adianta programar emagrecer mais do que consegue num tempo milagroso. Isso costuma desmotivar.

3- Não ficar com fome: a fome é um mecanismo que nosso corpo utiliza para nossa proteção. Portanto funciona quase que instintivamente. Para comer com equilíbrio precisamos comer racionalmente, pensando e selecionando o que comer.

4- Não beliscar entre as refeições: o hábito de beliscar não deixa “registros” nem físicos, nem mentais, o que “permite” que comamos mais do que devíamos.

5- Valorizar ao máximo tudo o que for comer: se você está acima do peso certamente é uma pessoa que gosta de comer bem. Portanto use bem este prazer, evite o comer por comer. Faça um trato consigo mesmo:
“só comerei alimentos que realmente sejam muito bons ”.

6- Não cobiçar o prato do vizinho: o tempo das dietas do tipo alface e bife já era. Torne seu  prato agradável ao olhar e ao paladar. Assim acaba aquela idéia de que só é bom o que não faz parte da sua dieta.

7- Comprar apenas os alimentos que consegue controlar: se é difícil se controlar quando há muito queijo em casa, quando há um bolo no armário ou quando sente-se o cheiro do chocolate, para que passar por esta prova ?! Se você já sabe que não consegue ficar apenas na primeira bala ou bolachinha... NÃO COMPRE!!!

8- Retomar sempre que cometer um pecado: este mandamento costuma ser o mais eficiente, mas também é o hábito mais difícil de ser aprendido. Para aprendermos a retomar após deslizes, precisamos exercitar várias vezes esta atitude.

9- Ser verdadeiro consigo mesmo: de nada adianta esconder de si mesmo aquele pedacinho de bolo ou aquele pãozinho que comeu antes do jantar. Também não adianta mentir para si mesmo que está fazendo a dieta “direitinho” quando na verdade passa o tempo todo “roubando” comida. Emagrecer é muito mais difícil porque ninguém pode fazer por nós.


10- Respeitar sua orientação nutricional: sua orientação nutricional é personalizada e formulada para atender suas necessidades nutricionais. Sempre que comemos com equilíbrio nosso corpo responde de forma mais equilibrada. Leia sua dieta e experimente cumpri-la da melhor forma possível.

segunda-feira, 9 de agosto de 2010

O efeito da Drenagem Linfática Manual na sua vida

A drenagem linfática manual surgiu na Alemanha, criada por um casal dinamarquês Estrid e Emil Vodder, em 1932. Dr. Vodder, que passou a divulgar a técnica pelo mundo. No Brasil, é bastante difundida e utilizada para fins estéticos e patológicos.

O objetivo principal: Drenar o excesso de líquido acumulado em regiões do corpo, levando esse líquido de volta a circulação sanguínea. Através de uma massagem leve, com repetições de manobras, estimula a circulação e elimina as toxinas, facilitando o escoamento do líquido linfático (que fica entre as células e é rico em gordura).

Como funciona: A DLM (Drenagem Linfática Manual) é benéfica ao organismo, além de ser sua grande aliada no tratamento para celulite e gordura localiza, é empregada também no combate ao estresse e ao cansaço em geral.Sendo uma massagem especializada, realizada através de pressões com dedos e mãos, de forma suave lenta e relaxante. Essa pressão faz com que os nódulos de celulite e gordura sejam dissolvidos e eliminados na urina e na transpiração. Age no sentido de ativar, limpar, regular e nutrir todos os tecidos corporais, renovando a capacidade de autodefesa e autopurificação do nosso organismo, promove o relaxamento geral e bem-estar.

DLM e Cirurgia Plástica: É recomendada em pós-cirurgias plásticas estéticas, como Lipoaspiração, HLPA (Lipo Light), Lipoescultura, Abdome, acelerando a recuperação, evitando fibrose e possíveis edemas. O seu emprego antes e depois da cirurgia sempre ajudará a conseguir melhores resultados. No pré-cirúrgico, a drenagem ajuda e ativa à circulação linfática da zona que vai ser operada, especialmente quando o paciente apresenta circulação lenta. Já na recuperação a técnica é empregada de forma suave para drenar os edemas, favorecer, agilizar a regeneração, reparação da pele e de outros tecidos afetados.

As indicações para a realização de DLM são:

- Má circulação sangüínea;
- Má circulação linfática (retenção de líquidos);
- Pré e pós-operatório de cirurgia plástica;
- Auxílio no tratamento para perda de medidas;
- Auxílio no tratamento para gestantes;
- Tratamento de celulite e Auxilio para alivio da TPM.

Contra-indicações:

- Insuficiência renal;
- Cardiopatia;
- Câncer;
- Trombose;
- Inflamação aguda (pneumonia, febre, etc).

Dentre seus benefícios estão:

- Redução de edemas;
- Aumento do grau de hidratação e nutrição da célula;
- Aumento da velocidade de cicatrização de ferimento;
- Aumento da capacidade de absorção de hematomas;
- Melhora do retorno de sensibilidade em cirurgias plásticas;
- Previne a formação de celulite;
- Promove relaxamento.

Agora acredite, milagres não existem, é necessário que a pessoa tratada faça uso de uma alimentação balanceada, faça exercícios físicos, evite bebidas alcoólicas, gasosas (Refrigerantes) e faça uso de um creme ativo durante as sessões que duram de 45 a 60 minutos. Indico também o uso do chá verde, que limpa, hidrata e revitaliza o organismo, ajudando também a acelerar o metabolismo. Nunca deixe de beber pelo menos 2 litros diários de água.

A DLM deve ser colocada em sua vida como ato continuo, como os exercícios físicos diários. Cuide do seu corpo por dentro e por fora e lembre-se que ela pode ser feita no mínimo duas vezes e no máximo três vezes na semana, para que você veja um resultado mínimo e que o corpo tenha tempo para descansar e liberar toda linfa, tendo assim um dia de descanso separando as sessões.


Fonte:
Regina Coeli AbtibolTerapeuta Corporal

Contatos: (21) 2298-0815 - 81492257

E-mail: pontoterapia@gmail.com

Blog: http://pontoterapia.blogspot.com

Comunidade no Orkut: Drenagem Linfática RJ